Archive for the ‘Gatacinescola’ Category

27
Oct

Rinha: Galvão dá entrevista ao programa Conexão

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Direção, Gatacinescola, Vídeos

O diretor Marcelo Galvão deu entrevista ao programa Conexão, exibido na internet, no qual comenta sobre o Rinha, Gatacinescola e baixo orçamento. O programa é uma produção da Estação Elétrica Filme e Vídeo, em parceria com a agência de publicidade GlobalComm. Assista:

10
Jul

Galvão dá palestra Cinema Empreendedor, Cinema Sustentável

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Business, Direção, Gatacinescola

 

editorial_2.jpgNa próxima quarta-feira, 16 de julho, o diretor Marcelo Galvão apresentará a palestra Cinema Empreendedor, Cinema Sustentável no DRC. A palestra é voltada a estudantes de cinema, rádio e TV e outros interessados em construir sua carreira neste mercado. O objetivo é mostrar o caminho das pedras para se conseguir fazer um filme no Brasil com baixo orçamento.

Galvão, que está finalizando seu longa-metragem Rinha, abordará o perfil do cineasta empreendedor no Brasil através de sua própria história e filmografia, abordando ainda: Como fazer um longa sem grana no Brasil (Quarta B e Lado B); Investimento a longo prazo; Colegas: O desafio da captação; Rinha: Um plano tático; e Gatacinescola: literalmente fazendo história

Inscrição e Informações
DRC
R. Joaquim Floriano, 733 - 8º Andar - Itaim Bibi - São Paulo
Tel: (11) 3168.2123
Taxa: R$ 10

10
Jul

Gatacinescola e DRC fecham acordo educacional

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Gatacinescola

 

A Gatacinescola, escola de cinema criada dentro da produtora Gatacine, fechou uma parceria com o DRC, centro de treinamento especializado em computação gráfica (Animação 3D, Desktop Publishing, Web, Vídeo e Áudio Digital). Quatro alunos da primeira turma da Gatacinescola já fizeram o curso de Final Cut na DRC. Confira o que eles acharam da experiência:

Clovis Carbone: Olhar Apurado
clovis_left.gifNo início tudo parecia familiar, afinal na faculdade já tinha o curso, mas a didática do professor superava qualquer aula de edição do curso de cinema. Logo tinha a “cola” e a “tesoura” na mão para fazer o mínimo que uma edição exigia. O olhar, que até então pouco percebia os cortes de um filme, começou a ficar mais apurado. Desde então os filmes deixaram de ser apenas entretenimento ou discussão sócio-política, ganhando a visão de um editor, tornando mais claros em minha mente ritmo, cortes e seqüências.

Rafael Veiga: Caminhando com as próprias pernas
rafaveiga_left.gifO curso da DRC é realmente prático. Agora estou apto a usar o programa (FinalCut) e consciente dos recursos que ele apresenta. O professor tem uma boa didática e é muito seguro no que explica, dando-nos a tranqüilidade necessária para trabalharmos com o programa (FinalCut). Muito obrigado a todos da DRC, pois agora só depende dos meus próprios passos para dominar uma das artes primordiais do cinema: a edição.


PH Marcondes: Capacitação do Aluno
ph.jpgA DRC é a única instituição que conheci realmente preocupada com a capacitação do aluno. É possível sentir isso não só na didática e comportamento dos professores (profissionais experientes e atuantes no mercado) como também em todo ambiente escolar. Há avaliações diárias do curso ao final de cada aula e mais uma outra ao término do treinamento. Simplesmente, não há como não aprender. Acredito que esse cuidado singular faz a diferença em qualquer formação. Honestidade é a palavra que escolho para descrever a DRC.

cinescola.gifComeça em maio o curso básico de fotografia e iluminação cinematográfica ministrado pelo diretor de fotografia, Waldemar Lima. O curso visa transmitir conhecimentos de iluminação, enfocando conceitos teóricos e técnicos dos dois sistemas de fotografia cinematográfica - o óptico e o digital. No fim do curso, o grupo de alunos realiza um filme de 1 minuto em formato MiniDV.

Duração: 63 horas
Carga Horária: 15 aulas com 3h de duração cada
Dias: segunda a sexta (19h às 22h) e sábado (9h às 12h)
Início: 05/05/2008
Participantes: máximo 12 alunos
Investimento: R$ 650,00 (em 2 vezes)
Local: Rua Monsenhor Alberto Pequeno, 156. Pacaembu (metrô Clínicas)

Para mais informações, ligue (11) 3205-4568 / 8814-5779 ou escreva para: paulinho@gatacine.com.br

evento.jpgA Gatacinescola, escola de cinema dentro da produtora Gatacine, promoveu na última sexta-feira (29) um debate ao ar livre com os alunos para a conclusão das atividades de sua 1ª turma do curso de cinema. Além de aulas teóricas durante três meses com profissionais renomados do mercado, os alunos foram assistentes de direção do longa-metragem “Rinha”.

Na ocasião, o diretor Marcelo Galvão e o produtor Marçal Souza fizeram um balanço com os alunos dos aspectos mais relevantes que aconteceram desde o início do curso até a finalização das filmagens. Cada aluno recebeu como certificado o pôster do filme com seu nome nos créditos.

O evento também marcou o final das filmagens do reality show da Gatacinescola com previsão de virar seriado de TV. Ao final, a turma se confraternizou em uma descontraída feijoada.  

3
Mar

Entrevista com Galvão: Rinha é um filme baseado em fatos reais

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Direção, Gatacinescola

Nesta entrevista, o diretor Marcelo Galvão fala sobre os motivos que o levaram a escrever o roteiro do longa, o desafio de adaptar a história diante das intempéries e o plano tático para rodar seu próximo filme “Colegas”.

O que inspirou você a criar o roteiro de Rinha? Como você inicia o processo criativo de escrever uma história?
Eu me inspirei em festas e eventos que realmente existem, onde pessoas apostam dinheiro em lutadores que se enfrentam sem luvas e sem regras em ambientes nada convencionais para esse tipo de esporte como quintal, rua, sala de casa, corredores de prédio… Assim, por que não pensar em uma luta em uma piscina vazia? Meu processo em escrever um roteiro está sempre associado a uma urgência que tenho: ou é um deadline para algum edital de roteiro ou, como no caso do Rinha, porque precisava de um roteiro que os alunos da Gatacinescola pudessem produzir com pouco tempo e dinheiro. Além de tudo, “Rinha” é um plano tático que visa levantar recursos para eu poder produzir “Colegas”, um road movie com garotos com síndrome de Down. Dentro dessas circunstâncias, sento em frente ao computador e então começo a escrever.

Qual foi o maior desafio na direção deste filme?
Conseguir conciliar um roteiro complexo, repleto de cenas externas com chuva incessante. Isso tudo com um prazo curto e pouco dinheiro.

O que mais vai chamar a atenção do público, na sua opinião?
Acho que a história será um ponto alto do filme, pois gosto muito do roteiro. As lutas são reais, feitas por lutadores que entraram em uma piscina sem água e se enfrentaram de verdade, sem luvas, sem rounds e sem regras. A banalização da violência intrínseca no roteiro chamará, com certeza, a atenção do público como o próprio filme demonstra.

E o que mais chamou a atenção do diretor?
A união do grupo e a dedicação de cada um dos atores e convidados para com o projeto. Isso é algo que nunca esquecerei.

Avaliando os outros filmes que você já fez, o que Rinha acrescenta em sua experiência como diretor?
Acho que todo filme, por menor que seja, sempre nos ensina algo. Aprendi muito com os atores e com a equipe técnica do Rinha. Esse foi meu primeiro longa-metragem rodado em inglês e acho que por isso foi, de certa forma, mais especial. Tive o desafio de dirigir um filme em outra língua, rodá-lo em apenas 15 dias, adaptando as cenas com a chuva que caia. Acho que essas decisões de adaptação do roteiro em função das inúmeras barreiras que aparecerem em um processo desses é, sem dúvida, um grande aprendizado.

Quando Rinha chegará aos cinemas?
Provavelmente no meio deste ano, depois que já tiver participado dos festivais mais importantes.

“Colegas” será mesmo seu próximo filme? O que você planeja realizar em 2008?
Sim, “Colegas” tem que ser o meu próximo filme, pois o Ariel (um dos atores com síndrome de Down) me mataria se não fosse. Ele me liga TODO dia às 8h15 da manhã pra me perguntar quando iremos filmar. Esse meu despertador toca pontualmente todos os dias há mais de dois anos. Por outro lado, precisarei de mais dinheiro para fazer esse filme, pois o roteiro exige mais infra-estrutura uma vez que se trata de um road movie. Quanto aos meus outros projetos para este ano, além de continuar fazendo a direção de comerciais, pretendo finalizar o Rinha, colocá-lo em festivais e distribuí-lo. Ainda teremos o reality show “Pegador” e a próxima turma da Gatacinescola.

 

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O diretor de fotografia de Rinha e designer responsável pelo site do filme, Rodrigo Tavares, fala sobre o desafio de fazer um filme em 20 noites e aposta no realismo das lutas como trunfo da fotografia do filme…

Você e Galvão são sócios da Gatacine e parceiros de trabalho desde a época da faculdade. Como foi a experiência de fazer este longa ao lado dele?
Rinha é o nosso quarto longa juntos e meu terceiro filme como diretor de fotografia. Fazendo uma analogia com futebol, sei como ele gosta de receber a bola.

Qual a principal característica da direção de fotografia de Rinha? O que você buscou?
O Galvão dirige atores de uma forma excepcional e eu procuro garantir espaço físico para eles no set, buscando sempre uma solução que dê mais mobilidade e liberdade. Outro aspecto importante de Rinha é o fato do filme ser noturno: costumo me decepcionar quando vejo filmes fotografados de noite, acho-os sempre claros demais. Assim minha primeira preocupação foi ficar no limite, afinal a noite é escura, sombria e a situação pedia isso…

Quais foram seus principais desafios?
Tínhamos que terminar o filme em 20 dias, então agilidade e segurança foram primordiais. Não dava para ficar indeciso na hora de fazer a luz. Para podermos cumprir o cronograma, optamos por 3 câmeras que, embora dificultem a iluminação, acabam agilizando o processo com melhor aproveitamento dos atores, já que o Galvão gosta de deixá-los soltos para improvisar. Ao contrário, quando você grava primeiro um ator para depois gravar o outro, perde-se a atuação de um dos dois.

Há alguma cena, em especial, que você acredita estar impecável para brilhar na telona?
Sem dúvida alguma, as lutas… Fazer o filme com câmeras pequenas tornou-se nossa maior vantagem, pois as cenas de luta nunca iriam ficar desse jeito com equipamentos maiores. Conseguimos não só realismo, mas uma proximidade nunca antes feita, já que os socos foram de verdade. Como disse o Makino, um dos câmeras: “eu queria gravar um soco a menos de 30 cm de distância”.

Quais são seus referenciais de direção de fotografia? Que filmes você daria nota 11 neste quesito? Por quê?
Vittorio Storaro… Sua fotografia para o Apocalypse Now é a minha preferida. Também gosto muito do trabalho do Janusz Kaminski que fotografa os filmes do Spielberg, além de Michael Chapman que fez Touro Indomável e Taxi Driver. Não posso esquecer do Cezar Charlone do Cidade de Deus e do Walter Carvalho que fez a fotografia do Abril Despedaçado. Gosto deles pois, como busco muito realismo na minha luz, admiro muito os fotógrafos que conseguem fazer uma fotografia tão mágica a ponto de eu esquecer que ela não é real…

Além de diretor de fotografia, você é também o designer responsável pelo site oficial do filme. O que você buscou conceitualmente em termos de direção de arte?
Tentei manter o conceito da direção de arte do filme, no qual a Fernanda buscou elementos de ópera e teatro para compor os cenários. Então optei por uma tipografia bem rebuscada e usei estampas de papel de parede para compor as páginas.

Quais portas Rinha deverá abrir para a Gatacine?
Espero que a Gatacinescola se firme como instituição e que a partir de agora tenhamos apoio para podermos colocar alunos em todos os nossos filmes. E o mais importante: esperamos trazer parceiros para produzir nosso próximo filme - Colegas - ou pelo menos ter retorno financeiro suficiente para bancá-lo sem apoio nenhum como fizemos com o Rinha.

28
Feb

Rinha na TV Cultura: veja entrevista no Programa Metrópolis

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Clipping, Direção, Gatacinescola

Se você perdeu a entrevista do diretor Marcelo Galvão no programa Metrópolis que foi ao ar nesta quarta-feira (27), não pode deixar de conferir aqui!

4
Feb

Alunos da Gatacinescola aprendem cinema na prática

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Direção, Gatacinescola, Produção

Por trás do polêmico longa-metragem Rinha existe um projeto educacional único no mundo que vai inclusive virar seriado…

O diretor Marcelo Galvão idealizou a primeira escola de cinema do mundo - a Gatacinescola - na qual o aluno não apenas tem aulas teóricas como também conclui o curso como assistente de direção de um filme da produtora Gatacine…

O curso traz aulas teóricas com grandes feras (como o produtor Marçal Souza) e coloca seus alunos pra aprender cinema do jeito mais eficaz: na prática.

“Um bom diretor precisa conhecer todas as etapas que envolvem a produção de um filme, por isso criamos a primeira escola de cinema do mundo que coloca seus alunos para participar ativamente de um longa-metragem”, explica o diretor da Gatacinescola, Marcelo Galvão. São 3 meses de curso com uma turma de, no máximo 15 pessoas, no qual os alunos fazem o longa-metragem assinando os créditos como assistentes de direção e de montagem.

Acredito e visto a camisa da Gatacine…
Confira o que o aluno e assistente de direção Paullo Rosa (o mais alto da foto) tem a dizer sobre a experiência que viveu…

paullorosa_left.gif“Quem gosta de trabalhar no mercado de cinema sonha em fazer um longa. Na Gatacinescola você tem a oportunidade de fazer isto acontecer: esta possibilidade é simplesmente real. Participar do longa foi a realização de um sonho e o resultado não podia estar sendo melhor.

Cidade de Deus foi um divisor de águas; depois dele as pessoas mudaram a forma de fazer cinema. Rinha é mais uma virada do cinema brasileiro e vai longe… É um filme com visão aberta para o mundo voltado principalmente para o mercado externo. Embora o filme tenha violência, ele traz também comédia, ação e drama. Sou suspeito para falar, mas Rinha certamente vai ser um novo divisor de águas…

Durante o curso, criei um vínculo de amizade e companheirismo tão forte que, ao final das filmagens, eu chorei… Os líderes passam muita segurança. Se eu não acreditasse no Marcelo Galvão e no Rodrigo Tavares, eu já tinha voltado para o Rio ficar com minha família. Mas . Esse aprendizado é igual aquela propaganda: não tem preço…”

As coisas não param por aí, não. Junto com toda essa história, vem também um seriado que vai mostrar todos os bastidores da Gatacinescola e seus alunos - dentro e fora do set.

Pouca grana, pouco tempo e uma história incrível para contar. Fernanda Grandesso, diretora de arte e produtora de objetos, revela o desafio de montar o glamouroso cenário do filme e coordenar seus alunos da Gatacinescola…

Qual foi a proposta de direção de arte do filme?
Um ambiente luxuoso para uma festa com luxúria, vaidade, cobiça, drogas, loucura, um universo onde o dinheiro fala mais alto… C
onforme o roteiro evoluiu, surgiu a proposta de trazer para a festa os universos do teatro, da ópera, de alguma realeza imaginada, buscando referências clássicas e nobres. O teatro, simbolizado em máscaras e objetos oníricos, traria a loucura e tudo seria permitido como personagens malucos como o palhaço saxofonista ou o chapeleiro. A ópera acrescentaria o luxo e esplendor das cortinas de veludo, lustres de cristal, tapetes orientais, cor de vinho e dourado, pratarias, velas e castiçais, além da performance e do espetáculo, que tinha tudo a ver com a apresentação das lutas. A nobreza estaria presente em tudo, desde a caracterização dos garçons até a própria mobília da festa.

Tudo isto teve que ser produzido em uma leitura atual e moderna, mostrando que a história se passa hoje, em uma época de muita tecnologia e drogas sintéticas.

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Theodoro Cochrane na pele do chapeleiro

Os filmes nacionais normalmente exibem um cenário de muita miséria, mas Rinha vai denunciar a disparidade social através do luxo. Como você procurou trabalhar isto no cenário?
O roteiro já apresentava a disparidade entre o luxo e a miséria principalmente ao apresentar a personagem Maria. O luxo no filme pode ser interpretado até como absurdo: um bando de burgueses esnobes e arrogantes que torram seu dinheiro em apostas e drogas enquanto se divertem vendo seres humanos se matarem por alguns dólares. O luxo tinha que ser bastante evidente. Desta forma a direção de arte ajudou a mostrar o exagero desta nobreza, o que acentuou a disparidade social.

Os alunos da Gatacinescola tiveram aulas com você antes de caírem na parte prática. Como foi a experiência de cuidar da direção de arte de um longa e, ao mesmo tempo, coordenar o trabalho de 11 aprendizes?
Foi muito gratificante e certamente alguns destes alunos estarão comigo em outros projetos.
Contar um pouco da minha experiência no cinema e orientar as escolhas da arte neste projeto foi a experiência mais interessante. Fiquei feliz com as contribuições dos alunos, que confeccionaram alguns objetos e adereços que precisaríamos usar nas filmagens. O trabalho deles foi importante para o filme. E como eles trabalharam! Foi muito legal orientá-los no set, como preparar a próxima cena que seria filmada…

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Alunos da Gatacinescola:
O aprendizado que começa na sala de aula e se concretiza no set

O que você acha que o filme causará nas pessoas?
Acho que vai divertir e incomodar as pessoas.

Qual foi a experiência mais importante que Rinha trouxe para sua carreira?
No início parecia uma proposta maluca. Tínhamos pouca grana, pouco tempo e uma história incrível para contar. Um ambiente enorme e que precisava ser montado de forma luxuosa. A arte precisava bolar uma fórmula de trabalho que funcionasse estética e financeiramente!
Este exercício prático, sem dúvida, foi valioso para minha carreira. Além disso, foi importante ter ao meu lado os “meus alunos”. É muito bom ensinar meu oficio para alguém interessado, principalmente porque o que faço se aprende - na grande maioria do tempo - apenas na prática, como fizemos na Gatacinescola… Vou levar esta experiência adiante e sempre que possível vou procurar estes aprendizes interessados.

Quais são seus planos para este ano?
Continuar trabalhando na arte, em filmes de curta ou longa duração e também em publicidade.