Archive for the ‘Elenco’ Category

20
Nov

Gatacine prestigia peça do ator Elder Torres

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

Na quarta-feira (18), fomos ver a peça “Rodolfo e a Crise”, monólogo escrito e interpretado pelo ator Elder Torres, que interpreta o personagem Buiú em Rinha. A peça fica em cartaz até 02/12 no espaço O Inflamável.

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Rodolfo é um operador da bolsa assolado pela crise
em sua vida pessoal

 

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Marcelo Galvão, a atriz e produtora de casting Neusa Romano
ao lado de seu marido

 

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O diretor Marcelo Galvão, Elder Torres e a blogueira Aleksandra

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O ator Carlos Miola também prestigiou a peça

Para mais informações, acesse o blog: http://rodolfoeacrise.blogspot.com

27
Aug

Festival de Strasbourg: Rinha compete em cinco categorias

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Arte, Direção, Elenco, Festivais, Figurino

A organização do Strasbourg International Film Festival, festival de cinema que acontece na França e na Alemanha de 28 de agosto a 6 de setembro, acaba de anunciar as categorias em que os filmes selecionados estão competindo.

Rinha concorre às seguintes premiações:

  • Melhor diretor: Marcelo Galvão
  • Melhor atriz coadjuvante: Anna Ludmilla
  • Melhor direção de arte: Fernanda Grandesso & Letícia Nobell
  • Melhor figurino: David Loreti
  • Melhor tendência cultural (categoria denominada originalmente “Best Culturally-Inclined”)

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Marcelo Galvão concorre ao prêmio de melhor diretor

3
Jun

Maytê Piragibe visita Gatacine

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

A atriz Maytê Piragibe, que promete arrebentar na pele da personagem Fernanda em Rinha, visitou a Gatacine recentemente e nos mostrou seus cabelos alongadíssimos para a personagem que viverá em “Os Mutantes”. Depois de viver a inocente e corajosa Fernanda no polêmico filme de Marcelo Galvão, Maytê se transformará na vampira Nati na nova novela da Record que estréia nesta terça-feira às 20h40.

Veja Também
Inocência Perdida: Maytê Piragibe fala sobre sua personagem Fernanda

17
May

Screening em Cannes: equipe na maior torcida pelo filme

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Direção, Elenco, Festivais

“La Riña” é o resultado da união de um grande grupo de pessoas que simplesmente compartilham de uma mesma crença: a de que vale muito a pena investir nesta história e ser parte dela. O alto astral no set de filmagem criou laços extremamente fortes de amizade e cumplicidade no grupo. A poucas horas do screening, a turma manda uma vibe positiva pra equipe da Gatacine em Cannes.

Fingers crossed! Let’s rock.

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Pra matar a saudade: hora da saída para as filmagens…

— x —

O Marcelo é realizador, consegue contagiar as pessoas e chegar em Cannes por sua determinação. Essa postura de fazer as coisas acontecerem é um exemplo a ser seguido.
Marçal Souza

Que beleza, este final de semana é nosso. Muito sucesso pra todo mundo!
César Brasil

Muito boa sorte pro Rinha… Que eles possam fazer um bom e produtivo networking lá no Marché du Film e que o filme tenha boa recepção pra abrir portas! Viva a garra desse povo da Gatacine! MERDA! Beijão.
Dani Galli

Arrasa Rinha… Revolução!!!! Vamos na torcida, todos filhos do Galvão!!!
Guilherme Folco

Pra cima deles!!!!
Felipe Solari

Estou nessa torcida. Parabéns a toda equipe do Rinha pela coragem, ousadia e talento. Vamos com tudo!!! Beijos e abraços.
Bernardo Melo Barreto

Boa sorte! Soltem os cães em Cannes!
Tchello Palma

Rrrrrrrrrraaaaaaaaauuuuuuuurrr!! É nóis!!! Abraço.
Theodoro Cochrane

Muita força e muita luz!!!!!! Merdaaaaa. Bjim
Monaliza Marchi

O olho é o reflexo da alma. Sorte. Sucesso. Abraços.
Deto Montenegro

E isso ai pessoal! Muita luz e tudo de bom pra nós!!!! É o resultado de muita energia boa e muito trabalho, a galera q o diga! Bjossss!
Paola Oliveira

É um sonho sendo realizado…
Warley Santana

Rinha vai estremecer Cannes. Caso contrário, a gente coloca os críticos na piscina vazia!
Pedro Lemos

Parabéns e sorte pra todos nós que abraçamos esse projeto e que eles recebam bem o Rinha lá fora. Abçs a todos!
Alessandro Delarissa

Muita sorte e luz! Estamos por aqui com o coração aí! Obrigado por tudo! O filme vai bombar!!!!!!!!!
Guilherme Magon

Ao Rinha, que brilhe sempre e encante ainda mais!!! Ótimas energias.
Pedro Urizzi

Quando a gente realmente quer, a gente pode e consegue! Força, calma, alegria, proteção e sorte!! Realizações já estão acontecendo!
Marcinha Godinho

Vamos que vamos, porque o show não pode parar. Sucesso e muita sorte pra todos nós envolvidos nesse projeto. Abraços.
Oswaldo Lot

Que esse filme desse grande cineasta possa trazer reflexão a todos que participaram, todos que viram e que vão ver. Que sirva como uma grande lição para todos nós e como um apelo de “socorro” pra essa humanidade tão cruel e violenta. Obrigada a todos dessa equipe maravilhosa… E muito sucesso para todos!!!
Maytê Piragibe

12
May

Entrevista: Felipe Solari fala sobre seu “odiável” personagem

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

O ator e apresentador da MTV comenta sua nova experiência no cinema na pele do playboy Hugo.

 

 

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Esta não é a primeira vez que você faz cinema, mas é seu primeiro papel falando espanhol. Como foi a experiência?
Falo espanhol desde pequeno com minha família, que é da Argentina, e sempre quis colocar isso em prática. Quando eu e Galvão começamos a conversar sobre o filme, eu logo disse que sabia falar inglês, mas preferia fazer em espanhol. Ele topou na hora. Acho que o Hugo (meu personagem) ficou muito mais “odiável” falando em espanhol.

solari41.jpgComo veio parar nos testes de “La Riña”? O que te atraiu para o longa-metragem?
Sempre gostei de cinema, inclusive já apresentei o Cine MTV durante um ano. O convite para o teste veio através da Marcia Godinho, que cuidou do casting do Rinha. Lembro que não fiz o teste para o Hugo, fiz o teste para o Pernilongo, mas o Galvão decidiu que eu tinha que ser o Hugo na hora que olhou pra mim. É nessas horas que a gente entende como os diretores já têm tudo na cabeça antes mesmo de filmar. Lembro que no meu teste eu tinha que fazer a cena em que o Hugo bate na Diaba Loira (personagem da Mara Carvalho) e comecei a chutar as almofadas da produtora… Acho que nessa hora o Galvão deve ter se assustado e resolveu me chamar pra fazer o filme.

Quem é o Hugo? O que o diretor pediu pra você explorar no personagem?
O Hugo é o tipico playboy que vive de imagem, precisa de um carro legal, uma namorada gata e um capanga (Rocky, interpretado por Pedro Urizzi). O passatempo dele é apostar nas lutas, mas ele tem um grande defeito… Não aceita perder.

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Você hoje é VJ na MTV. O que acha que é mais seu caminho? Atuar ou ser apresentador?
Desde os 15 anos eu atuo, principalmente em comerciais. Estou na MTV há 4 anos. Hoje em dia gostaria muito de poder direcionar minha carreira como apresentador e atuar apenas em cinema. O lado bom do apresentador é a responsabilidade de ser formador de opinião - temos um público-alvo que está um pouco carente de conteúdo, os ídolos “Teens” de hoje em dia estão devendo uma conscientização maior para a molecada que um dia vai ocupar nosso lugar.

Seu pai é diretor de fotografia de cinema. Que tipo de influência ele representa em sua trajetória?
Toda minha influência artística vem do meu pai, passei minha infância toda assistindo às “dicas” dele: Fellini, Monthy Pyton, Jacques Tati, cinema argentino, Al Pacino, Dustin Hoffman, são alguns exemplos. Se você cresce assistindo a seu pai em filmagens e filmes como esses, dificilmente vai querer estudar Medicina ou Advocacia. Ainda bem…

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O que você acha que vai sentir quando assistir ao filme pela primeira vez?
A ansiedade está grande, quero ver o resultado final… Mas até lá não quero criar muitas expectativas, porque sei que sou muito crítico com relação ao meu trabalho. Mas se você estiver na sala de cinema no dia da pré-estréia e ouvir um grito de “PUTA QUE PARIU, QUE IRADO!!”, pode ter certeza que fui eu. Mas não conta pra ninguém.

Quer saber mais sobre as andanças de Felipe Solari? Eis o caminho: www.felipesolari.blogger.com.br

26
Apr

Bernardo Barreto: Binho quer se dar bem até em disputa de par ou ímpar

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

Confira entrevista exclusiva com o ator Bernardo Melo Barreto (abaixo com Paola Oliveira) que encarnou um personagem malandro, ganancioso, que sonha ser “dono de bicho”…

fotos_31.jpgQuem é o Binho?
É um malandro, um cara vivido para a idade, experiente no mundo da luta. Morou muitos anos ilegal nos EUA ralando em sub-empregos diversos. É meio explosivo, não leva desaforo para casa. Quer se dar bem até em disputa de par ou ímpar. E adora mulher, principalmente a dos outros.

Como você se preparou para seu personagem?
Primeiro fui a academias de luta para observar, conversar, tirar dúvidas sobre o universo das lutas, encontrar o personagem, descobrir quem era esse cara dentro do contexto da história… Depois parti para a parte física.

binho2.jpgQue tipo de contexto você criou para mergulhar no papel?
Queria entender esses lutadores de dentro para fora. Precisei ir à academia de luta, sentir o clima, olhar esses lutadores nos olhos de igual para igual, temer e ser temido.

Falando nisto, conte um pouco sobre a preparação física que fez para entrar no clima das lutas:
Musculação, aulas de vale-tudo como lutador e como preparador com o Mestre Arthur Mariano. Quando passei a ser o treinador me excedi um pouco e um atleta até brincou: “Porra, tá pior que o Capitão Nascimento!”.

Em relação aos outros personagens que você já viveu, o que Rinha acrescenta em sua trajetória?
Adorei ser o Binho, foi divertido fazer um personagem tão distante da minha personalidade. Eu posso ser um cara muito tímido, mas como estava ali com um objetivo, precisava me comportar como o Binho. Ficava me exercitando no set, tentando enxergar a vida como o Binho.

Foi a primeira vez que fez cinema? O que achou da experiência?
Não, mas foi a primeira vez com um personagem tão bacana. Achei a experiência incrível. O Galvão é um cara muito especial e corajoso, posso falar por experiência própria (fiz muitos projetos independentes). Quando se faz um filme sem grana, trabalha-se o tempo todo com o risco das coisas darem errado, mas não dá pra pensar nisso, senão fudeu. No caso do Galvão, acho que o cara não dormia, era muito trabalho, depois vou perguntar pra ele como ele conseguiu. Em nenhum momento vi o cara nervoso… Ele estava sempre tranqüilo e o principal: feliz de estar ali.

binho11.jpgDecididamente, Binho tem um apelo repleto de sutilezas no que diz respeito à sedução. A malandragem do Rio de Janeiro ajuda nestas horas?
Eu sou o anti sedutor, pelo menos não consigo ter aquela cara-de-pau. Geralmente fico atrapalhado, não sei bem o que falar, tenho que tomar um goró pra dar um empurrãozinho. Mas é claro que convivi com muito malandro, tenho a referência. Não precisa ser do Rio, todo lugar tem malandro. Talvez o Rio tenha ficado famoso pela coisa do samba.

Fiquei sabendo que você escreve roteiros. Que outros planos você tem?
Escrevo. Tenho alguns projetos prontos para serem produzidos: um seriado para TV sobre uma banda de rock, um musical mutcho louco e um roteiro para cinema. Mas as coisas são lentas e difíceis no Brasil… Tenho muitas idéias, algumas agora estão sendo executadas, como o próximo filme que vou fazer como ator do cineasta Marcos Prado. Mas a minha prioridade é atuar - muitas vezes escrevo, produzo e dirijo para atuar.

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Na trama, Binho (Bernardo) é irmão do lutador João (Oswaldo Lot, à direita)

29
Mar

Buiú: O personagem que traz comédia à trama

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

 

Conheça um pouco do perfil de Elder Torres (abaixo com a maquiadora Cristina), ator que interpreta o hilário Buiú. Este rapaz fez a turma rir nos bastidores de Rinha com sua interpretação e brincadeiras…

Quem é o Buiú?
elder.jpgBoa pergunta! A verdade é que nem eu sei direito ainda, só vou saber mesmo quando vê-lo na tela. O roteiro me disse que ele é o melhor amigo de Curly (Léo Miggiorin) e talvez essa amizade e lealdade que ele dedica ao Curly e também à Fernanda (Maytê Piragibe) sejam a sua maior característica e principal qualidade. Criei para mim uma história um tanto louca: Buiú é filho da empregada da família de Curly e essa empregada é uma ex-prostituta espanhola que não falava português (daí o fato do personagem só falar em espanhol). Um dia ela foge do pai de Buiú (um traficante peruano) e vem para o Brasil, onde recebe abrigo de um ex-cliente seu - o pai de Curly. Porém o que ninguém sabe é que o pai de Curly é o verdadeiro pai de Buiú - por isso eles foram criados como irmãos. Cada ator tem uma viagem sobre seu personagem - essa é a minha.

Como você procurou trabalhar seu personagem? Que tipo de características não podiam faltar nele?
Quando começamos a gravar sabia pouca coisa sobre o Buiú, mas as situações disseram mais sobre o personagem do que qualquer planejamento prévio. Quando me falaram que tinha que “dançar engraçado”, pensei em como uma pessoa com essa veia hispânica piraria na hora de dançar, então caí no embalo do Buiú. Claro que tudo isso não foi tão racional (na verdade, não foi nada racional). Era como em um jogo: eu sabia as regras (tinha que falar espanhol e estar deslumbrado com tudo) e com isso me jogava no papel. O mais importante era me sentir seguro em cena e se eu saísse do eixo tinha o Marcelo (Galvão) para me avisar.

Maytê Piragibe (foto) já me narrou que morria de rir com você e que tinha que se concentrar muito em cena pra não rachar o bico do seu lado. Pelo o que já vi da montagem do filme, você está hilário mesmo estando sério em cena. Qual é o segredo?
mayte1.jpg A Maytê é muito gentil. Gravamos vinte dias das seis da noite até oito da manhã - era rir para não chorar… A Maytê escolheu rir e eu também. Em relação ao “segredo” do humor, tenho duas teorias para isso: a primeira é que sou um ator tão canastrão que mesmo as cenas mais sérias ficavam engraçadas (prefiro me convencer de que isso NÃO é verdade). A segunda é que tudo que o Buiú vivia era tão engraçado, que não era preciso fazer nada para que o humor aparecesse, era só viver e acreditar naquele momento.

Fale um pouco sobre seu melhor amigo na trama, Curly, personagem de Léo Miggiorin. Como foi contracenar com ele?
Foi muito bom trabalharmos juntos, ele é ótimo, um ator generoso. Acho que se conseguimos alguma coisa boa no nosso trabalho foi graças à generosidade com que nos tratamos. Acredito que fizemos o possível para nos ajudar - claro que seria injusto dizer que isso aconteceu exclusivamente entre nós dois. Depois do Léo, a Maytê e o David (Perez) foram as pessoas com quem mais contracenei e todos foram fenomenais: a Maytê esteve sempre atenta ao meu trabalho, mesmo quando não estávamos gravando juntos e o que seria do meu espanhol sem o David e o Warley! Mas voltando ao Léo, qualquer pessoa da equipe falaria a mesma coisa… Não há dúvidas sobre o quanto ele enriqueceu este filme.

Rinha terá doses de ação, comédia, drama, romance, suspense, musical… O que você acha desta mistura de emoções que o diretor criou na trama?
Acho que esse filme será de uma “insanidade” maravilhosa. Além de sensual, ele é sensorial - essa mistura de festa, luxo, sexo, drogas, luta, morte e o que vier provoca sensações muito fortes. Da minha parte posso dizer que fiz de tudo para que o espectador possa viver uma experiência intensa durante esse filme.

Quais suas expectativas com o filme?
A verdade é que sai das gravações com minhas expectativas iniciais superadas. Quando me chamaram para fazer o personagem achava que ia ser uma participação rápida, não sabia o tamanho dele dentro da trama e ainda não sei. Mesmo assim já é maior do que pensava… Participar deste projeto foi uma surpresa, inicialmente, pelo fato de ter conseguido este papel exclusivamente através dos testes. Minha experiência profissional passa por dois estados: um é Roraima (minha terra), onde me tornei ator e comecei a carreira, e Belo Horizonte (MG), lugar onde tive a oportunidade de me aprofundar na profissão. O que quero dizer com isso é que sempre estive longe de São Paulo, ninguém da equipe nunca tinha ouvido falar de nada que eu já tivesse feito. Foi ótimo: viram, gostaram e chamaram! Ser reconhecido pelo próprio mérito… O que mais um garoto pode querer? Agora torço para que “La Riña” alcance o maior público possível, ele foi feito para isso e é o maior prêmio que ele pode receber.

 

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Leonardo Miggiorin e Elder Torres no set do Rinha

25
Mar

O Dia Online: site publica matéria sobre o filme

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Clipping, Direção, Elenco, Lutas

logo_dia.gif“O Dia Online” publicou nesta segunda-feira (24) matéria sobre o longa-metragem “Rinha”. Confira íntegra assinada pela jornalista Olívia Mendonça na seqüência.

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‘A Rinha’ retrata universo de playboys que gastam fortunas em lutas clandestinas

Foto: DivulgaçãoRio - Sexo, drogas, violência e dinheiro, muito dinheiro, são os elementos essenciais do novo filme de Marcelo Galvão. O publicitário, que já conseguiu a proeza de realizar um longa com apenas R$ 30 mil reais, o ‘Quarta B’, mais uma vez lança mão de seu bolso e com R$ 250 mil produziu o ousado ‘La Riña’ ou ‘A Rinha’, sobre o universo das rinhas humanas, que estréia nos cinemas no segundo semestre.

Baseado em fatos reais, o filme se passa numa festa clandestina em São Paulo, onde a elite milionária da cidade se encontra numa noite de luxúria regada a drogas, sexo e apostas. “Essas festas existem mesmo. Recentemente, em Osasco, a polícia flagrou um evento desses, onde as pessoas apostavam em rinhas com pessoas”, conta o ator Leonardo Miggiorin.

No longa, ele vive um playboy rico que leva seu próprio lutador para apostar na festa. “O Curly, é um garoto de 20 anos, que se acha esperto e quer se dar bem nesse jogo de apostas de festas clandestinas que as pessoas só sabem pela Internet. Ele chega a apostar a irmã mais nova”, conta o ator.

A irmã em questão é Fernanda, vivida pela atriz Maytê Piragibe, que fez sua estréia no cinema. “A Fernanda é uma menina de 16 anos, que cai na festa por acaso, não sabe do que se trata, e toma um susto quando vê aquela loucura toda”, explica Maytê, que diz ter chorado muito durante as filmagens: “Era uma tensão: as lutas eram de verdade. Os lutadores eram profissionais, estão acostumados a se machucar, mas eu ficava estarrecida com aquilo”.

No filme de baixíssimo orçamento, os lutadores foram os únicos que receberam para trabalhar. “Chamei pessoas que conheço. Sou faixa-preta em jiu-jítsu”, diz o diretor, Marcelo Galvão.

Apesar de os atores e a equipe serem brasileiros, o filme é falado em inglês, com alguns diálogos em português e espanhol. “Estou visando o mercado internacional e já tem bastante gente interessada no filme. Vou para o Festival de Cannes (maio) mostrar para distribuidores. Muita gente achou estranho colocar o pessoal para falar em inglês, mas os americanos fazem isso direto. Se ‘Cidade de Deus’ fosse em inglês atrairia mais público”, especula.

O diretor defende a idéia de que o cinema nacional pode ser comercial. “Já que ia fazer um filme com meu próprio dinheiro, quis fazer um que me desse grana. Também quis fugir do tema favela, pobreza… Resolvi falar de dinheiro, carrões, mulheres bonitas”, explica Marcelo, que se inspirou em ‘Amores Brutos’, do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu: “Além do tema, a edição também é parecida. São várias historinhas paralelas que se encontram”.

FILME FOI RODADO EM 20 DIAS SOMENTE À NOITE

Foi tentando fazer um longa sobre portadores de Síndrome de Down que Marcelo Galvão acabou filmando ‘A Rinha’. Orçado em R$ 3 milhões, ‘Colegas’ é um sonho antigo do diretor, mas de tanto receber ‘não’ na hora de captar o dinheiro do patrocínio, ele decidiu gerar sua própria receita. “Não adianta ficar como alguns diretores, esperando 25 anos para realizar o filme de sua vida. Para o cinema brasileiro virar uma indústria é preciso que se inove e que as pessoas se movam e ousem”, alfineta.

Marcelo acredita que os R$ 250 mil de ‘A Rinha’, tirados do próprio bolso, logo darão retorno. “A grana toda é minha, então se o filme fizer 100 mil espectadores, já me paguei e ainda tiro um lucro para produzir o meu próximo projeto. Criamos a indústria”, avalia. Mas o orçamento curto também tem suas limitações. “Tive que pensar num roteiro do tamanho das minhas posses. Optei por um cenário único e foram somente 20 dias de filmagens, sempre durante a noite”, conta Marcelo que teve a ajuda dos alunos do curso de Cinema de sua produtora, a Gatacine.

22
Mar

Flickr: veja fotos dos bastidores

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Arte, Elenco, Figurino, Make-up & Hair, Produção

Que tal dar uma espiada no álbum de fotos do Rinha? Confira as cenas abaixo e muitas outras: http://www.flickr.com/photos/rinha

flicker6.jpgflicker1.jpg flicker3.jpg flicker5.jpg

flickers.jpgflicker21.jpgflicker41.jpg

1
Mar

Leonardo Miggiorin: Rinha quebrará vários tabus

   Posted by: Aleksandra Zakartchouk   in Elenco

Léo Miggiorin comenta sobre o roteiro polêmico, violência explícita e sobre seu personagem Curlyfotos_7.jpg

Como você descreveria seu personagem no filme? Quem é o Curly?
Curly é um garoto de uns 20 anos de idade que se acha esperto para faturar algum dinheiro apostando nas rinhas. Descobre a senha para entrar no clube e, juntamente com sua irmã e seu amigo Buiu, faz sua aposta. Mas aposta errado e se ferra cada vez mais na mão dos organizadores da festa Black-Tie onde acontecem as lutas. É um personagem divertido e cheio de nuances.

De todas as cenas que você fez, qual foi a mais marcante? O que você sentiu?
A mais marcante foi no momento em que o personagem tem que se livrar de um corpo… Tive que arrastar um cara de 2,18m de altura (eu tenho 1,70m) numa cena de desespero. Foi difícil! E o diretor resolveu não cortar a cena enquanto eu nao conseguisse completar o percurso! hahahaha

O que Rinha mais agregou em sua trajetória profissional?
Esse foi meu primeiro personagem que se torna um fio condutor da história de um filme. Um personagem importante de um roteiro polêmico, num filme muito bem dirigido!

Como foi trabalhar com o diretor Marcelo Galvão?
Foi muito tranquilo. Me senti à vontade no set de filmagem. Ao mesmo tempo, a equipe técnica me dava muita segurança.

Muitas pessoas andam dizendo que o filme será um divisor de águas no cinema nacional. O que você acha?
Sempre que faço um trabalho, tento não criar tantas expectativas em relação aos resultados com público e crítica, mas Rinha é um filme que revela uma prática da violência de forma explícita, num roteiro onde vários tabus são quebrados diante do expectador. O filme causará impacto e isso, certamente, trará uma carreira longa para o filme! Tomara mesmo!

Quais são seus planos profissionais para 2008?
Agora voltei para minha faculdade de Psicologia na Univercidade São Marcos. No momento estou contratado pela TV Globo e me dedicando a projetos pessoais em São Paulo, como aulas de canto e teatro, e também a minha banda de rock CABEÇA CRUA.